Mulheres no Agro - Revista Syngenta Digital
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Na minha coluna Mulheres do Agro, vou trazer para vocês textos que abordam não apenas o dia a dia das mulheres do agro de dentro e fora da porteira, mas assuntos relevantes para provocar um público cada vez mais atuante a se desafiar a conhecer e entender seu papel.

Depois de um ano desafiador como foi 2020, quando nos permitimos refletir sobre nossas limitações, missões, produções, sonhos, safras e projetos, nós nos deparamos com várias versões de nós mesmas e nos descobrimos diferentes, melhores do que achávamos que éramos, não foi?

Independentemente da vibe que você viveu ano passado, ou das vibes e de como vivenciou os outros marcos da sua vida, eu preciso te relembrar que um novo momento se abriu para todos nós. Foi um ano de aprendizado. Mas foi um divisor de águas para nós que vivemos e respiramos o agro.

Para nós mulheres do agro, muitas mudanças, além das clássicas, aconteceram. Estivemos separadas, distantes fisicamente. O mundo parou logo no início ano, e pouco nos encontramos nos eventos, lembra? Apesar disso, estivemos juntas, conectadas, ligadas não apenas por ideais profissionais e pessoais, mas também por propósitos maiores: superar adversidades e fortalecer nosso setor diante dos inúmeros desafios apresentados.

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O digital foi a ferramenta que nos proporcionou grandes oportunidades e, a partir dela, fomos moldadas numa liga quase que instantaneamente. Pulamos várias etapas do processo e, juntas, ajudamos a desenhar uma nova era, uma nova fase que acredito que não retrocederá mais.

Já vínhamos conectadas pela pluralidade de grupos nas redes sociais. Alguns direcionados a determinados setores ou cadeias do agro. Uns buscando puramente difundir e/ou agregar conhecimento, outros priorizando causas sociais, empoderando mulheres e alguns ainda tentando descobrir em que nicho atuar.

Mas essa nova era, somada aos desafios da pandemia, exigiu que todas saíssemos da nossa própria bolha e interagíssemos com a bolha alheia, potencializando o amadurecimento do movimento como um todo. Os grupos se uniram, e com isso, o saldo foi positivo.

As dificuldades nos fizeram ver muito além do que já sabíamos: que estamos em um setor que não para e não parará nunca; que comunicação transforma, que pessoas fazem a diferença, independentemente de gênero; que unidos sobrevivemos, que o fato de estarmos isolados fisicamente não significa necessariamente que não compartilhamos – em mente e alma – valores, conhecimentos e propósitos.

E é por isso que eu acredito mais do que nunca que, em 2021, viveremos um outro ciclo do agronegócio brasileiro, no qual o papel da mulher do setor será ainda mais relevante.

O despertar da nossa importância como profissionais é uma conquista e faz parte da história recente do agro. Em 2016, durante a primeira edição do Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio (CNMA), 800 mulheres descobriram que tinham voz. Daquele ano para os dias atuais, muito mudou. Barreiras foram rompidas, conquistas foram alcançadas e fases foram vividas e, até mesmo, superadas. Tentativas, erros e acertos. Hoje, sabemos quais caminhos devemos seguir, no que devemos continuar a insistir e o que evitar.

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Muito caminhamos, e muito foi feito no processo da nossa valorização como profissional. E o auge foi perceber que nossas colegas precisavam ter o mesmo acesso ao conhecimento e o mesmo espaço para sua voz. Sororidade, uma vez fomentada, nunca mais estará fora de moda. Estará presente em todos os momentos e fases da nossa trajetória.

Mas, enfim, acredito que estamos prontas para esta nova fase. A fase do plural, do coletivo, em que o sucesso de cada um de nós será cada vez maior e em maior sintonia e sinergia com uma equipe cada dia mais plural. Pluralidade será a palavra do futuro.

E já que estamos juntas dando os primeiros passos neste novo momento, vou te perguntar se você recentemente refletiu sobre a importância do seu papel como profissional do agronegócio nacional? Ou se já se deu conta do peso ou relevância que exerce em sua comunidade?

Não sabemos quais serão os novos desafios que 2021 nos apresentará, estamos chegando ao segundo semestre, mas de uma coisa você e eu sabemos: Nós, mulheres, conhecemos nosso potencial, a importância do nosso protagonismo e a pluralidade de nossas capacidades. O ano nos oferecerá oportunidades mais justas de meritocracia e, acredite, 2020 nos fez mais fortes e preparadas.

Em 2021 inauguremos um conceito repaginado sobre nós e sobre a importância do nosso papel como agentes transformadores em nosso país. E, para isso, te convido compartilhar aqui comigo qual foi a habilidade que te definiu como profissional neste ano e qual é o desafio que você precisa enfrentar que te transportarão para um novo nível de excelência profissional.

Eu me despeço de vocês destacando a palavra sororidade. Usem e abusem dela. Aproveito para desejar uma safra de sucesso para as famílias produtoras brasileiras e que a prosperidade em 2021 seja abundante dentro e fora das porteiras do nosso Brasil. Um abraço, Andrea Cordeiro.

Na minha coluna Mulheres do Agro, vou trazer para vocês textos que abordam não apenas o dia a dia das mulheres do agro de dentro e fora da porteira, mas assuntos relevantes para provocar um público cada vez mais atuante a se desafiar a conhecer e entender seu papel.

Depois de um ano desafiador como foi 2020, quando nos permitimos refletir sobre nossas limitações, missões, produções, sonhos, safras e projetos, nós nos deparamos com várias versões de nós mesmas e nos descobrimos diferentes, melhores do que achávamos que éramos, não foi?

Independentemente da vibe que você viveu ano passado, ou das vibes e de como vivenciou os outros marcos da sua vida, eu preciso te relembrar que um novo momento se abriu para todos nós. Foi um ano de aprendizado. Mas foi um divisor de águas para nós que vivemos e respiramos o agro.

Para nós mulheres do agro, muitas mudanças, além das clássicas, aconteceram. Estivemos separadas, distantes fisicamente. O mundo parou logo no início ano, e pouco nos encontramos nos eventos, lembra? Apesar disso, estivemos juntas, conectadas, ligadas não apenas por ideais profissionais e pessoais, mas também por propósitos maiores: superar adversidades e fortalecer nosso setor diante dos inúmeros desafios apresentados.

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Já vínhamos conectadas pela pluralidade de grupos nas redes sociais. Alguns direcionados a determinados setores ou cadeias do agro. Uns buscando puramente difundir e/ou agregar conhecimento, outros priorizando causas sociais, empoderando mulheres e alguns ainda tentando descobrir em que nicho atuar.

Mas essa nova era, somada aos desafios da pandemia, exigiu que todas saíssemos da nossa própria bolha e interagíssemos com a bolha alheia, potencializando o amadurecimento do movimento como um todo. Os grupos se uniram, e com isso, o saldo foi positivo.

As dificuldades nos fizeram ver muito além do que já sabíamos: que estamos em um setor que não para e não parará nunca; que comunicação transforma, que pessoas fazem a diferença, independentemente de gênero; que unidos sobrevivemos, que o fato de estarmos isolados fisicamente não significa necessariamente que não compartilhamos – em mente e alma – valores, conhecimentos e propósitos.

E é por isso que eu acredito mais do que nunca que, em 2021, viveremos um outro ciclo do agronegócio brasileiro, no qual o papel da mulher do setor será ainda mais relevante.

O despertar da nossa importância como profissionais é uma conquista e faz parte da história recente do agro. Em 2016, durante a primeira edição do Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio (CNMA), 800 mulheres descobriram que tinham voz. Daquele ano para os dias atuais, muito mudou. Barreiras foram rompidas, conquistas foram alcançadas e fases foram vividas e, até mesmo, superadas. Tentativas, erros e acertos. Hoje, sabemos quais caminhos devemos seguir, no que devemos continuar a insistir e o que evitar.

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Muito caminhamos, e muito foi feito no processo da nossa valorização como profissional. E o auge foi perceber que nossas colegas precisavam ter o mesmo acesso ao conhecimento e o mesmo espaço para sua voz. Sororidade, uma vez fomentada, nunca mais estará fora de moda. Estará presente em todos os momentos e fases da nossa trajetória.

Mas, enfim, acredito que estamos prontas para esta nova fase. A fase do plural, do coletivo, em que o sucesso de cada um de nós será cada vez maior e em maior sintonia e sinergia com uma equipe cada dia mais plural. Pluralidade será a palavra do futuro.

E já que estamos juntas dando os primeiros passos neste novo momento, vou te perguntar se você recentemente refletiu sobre a importância do seu papel como profissional do agronegócio nacional? Ou se já se deu conta do peso ou relevância que exerce em sua comunidade?

Não sabemos quais serão os novos desafios que 2021 nos apresentará, estamos chegando ao segundo semestre, mas de uma coisa você e eu sabemos: Nós, mulheres, conhecemos nosso potencial, a importância do nosso protagonismo e a pluralidade de nossas capacidades. O ano nos oferecerá oportunidades mais justas de meritocracia e, acredite, 2020 nos fez mais fortes e preparadas.

Em 2021 inauguremos um conceito repaginado sobre nós e sobre a importância do nosso papel como agentes transformadores em nosso país. E, para isso, te convido compartilhar aqui comigo qual foi a habilidade que te definiu como profissional neste ano e qual é o desafio que você precisa enfrentar que te transportarão para um novo nível de excelência profissional.

Eu me despeço de vocês destacando a palavra sororidade. Usem e abusem dela. Aproveito para desejar uma safra de sucesso para as famílias produtoras brasileiras e que a prosperidade em 2021 seja abundante dentro e fora das porteiras do nosso Brasil. Um abraço, Andrea Cordeiro.