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Depois de um estudo inédito sobre monitoramento digital no campo, a Embrapa recomendou pela primeira vez o uso de tecnologias no acompanhamento de pragas e a aplicação em taxa variável. A pesquisa foi realizada em parceria com a Cocamar, cooperativa no Paraná que é cliente da Syngenta e da Syngenta Digital. A conclusão da Embrapa tem grande impacto no agronegócio, que, cada vez mais, percebe o valor da digitalização de algumas operações.

Mas como essa recomendação afeta o mundo da agricultura? É um caminho sem volta? Chamamos para um bate-papo o Especialista em Transformação Digital (ETD) da Syngenta Digital Renato Quintino e os Representantes Técnicos de Venda (RTV) da Syngenta Marcelo Ercoli e Rodrigo Camilo. O trio atende à Cocamar e já percebe transformações no uso de tecnologias que geram também mudanças na forma como os defensivos são utilizados na lavoura.

Marcelo Ercoli Representante Técnico de Venda (RTV)

Fim de uma era?

Um dos grandes medos de quem trabalha com Crop Protection é perder espaço para o digital. Mas nesse bate-papo, o que se percebe é o contrário: as soluções digitais chegam para agregar e trazer novas perspectivas da lavoura. O futuro – ou já o presente – vê aplicações mais assertivas e com produtos mais eficientes.

“Dez anos atrás, vivíamos a introdução das biotecnologias e não voltamos atrás. Hoje, estamos vivenciando a agricultura 5.0, com essa parte digital. Por mais que um produtor seja leigo no assunto, é difícil que ele não tenha WhatsApp, e as informações estão ali, de forma fácil e assertiva”, analisa Marcelo Ercoli, que vê em funcionalidades como os mapas de calor um diferencial para o produtor e para o distribuidor.

“Com a recomendação da Embrapa, ganha mais peso, e cabe a nós trabalhar isso. Envolve proteção de cultivo, segurança e melhor assertividade. Só vai ter evolução. Pode ter um impacto de vender menos no início? Sim, mas melhora a imagem do produto, mais agricultores podem usar. Ganhamos em clientes”, completa Ercoli.

Renato Quintino Especialista em Transformação Digital (ETD)

Agricultura responsável
gera mais vendas

Especialista em Transformação Digital, Renato Quintino confirma que o medo de impactos nas vendas é natural. “Se acontecer de aplicar menos produto, com assertividade e mais efetividade, vão ver o diferencial. Para a cooperativa, é essencial porque aumenta as vendas pela confiança. Lá na frente, reverte em aumento de vendas”, explica o ETD, que enfatiza a tríade sustentabilidade, serviços e tecnologia no agronegócio.

O RTV Rodrigo Camilo é também ponto focal da política de Saúde, Segurança e Meio Ambiente da Syngenta. Segundo ele, além da assertividade, a aplicação em taxa variável tem outro importante avanço: a racionalização do uso de produtos, o que agride menos as lavouras. “O digital vai ajudar. Talvez, nem será aplicar menos. Racionalizando o uso, o produtor pode fazer mais repetições, entrar mais e ter segurança maior”, analisa.

Marcelo Ercoli também pontua que as ferramentas digitais não excluem o papel dos Representantes Técnicos de Vendas. O consultor digital ajuda no direcionamento dos locais de aplicação, mas “jamais substitui o nosso papel”. Quando o Cropwise Protector chegou na Cocamar, Ercoli conta que agregou para todos os lados. “Não é concorrente. Cada vez, a gente vai ter que estar mais conectado. O elo de pessoas agrega muito”, diz o RTV.

Rodrigo Camilo Representante Técnico de Venda (RTV)

Projetos pioneiros
com a Cocamar

A parceria entre digital e Crop Protection tem permitido projetos pioneiros com a cooperativa, como a reforma de 400 mil hectares de canaviais no norte do Paraná e em São Paulo. O planejamento é de trabalhar 80 mil hectares por ano. O ETD Renato Quintino relata que, no primeiro ano, a Syngenta participou de 21 mil hectares do projeto. “Serviu para validar, mostrar os benefícios e ajudar no processo. A expectativa com a Cocamar é agregar na parte técnica, com braços no campo, monitorando pragas, plantas daninhas e doenças. O intuito não é tirar a mão de obra do consultor, e sim suportá-los”, explica.

Outro projeto em andamento é na área de sementes, em que RTVs e ETD atuaram juntos para levar à Cocamar a oferta do Controle Certo, que oferece mão de obra qualificada, monitoramento digital e um portfólio robusto de produtos Syngenta. Rodrigo Camilo também cita a evolução da aplicação com a logística de máquinas. “Vemos o digital de outras empresas com um programa ou outro. O nosso é completo”, avalia. Renato Quintino completa: “O produtor vai conseguir planejar melhor o deslocamento do maquinário e direcionar para áreas mais críticas”.

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Retranca:
O futuro está logo ali

A pesquisa da Embrapa em parceria com a Cocamar mostrou que o monitoramento digital e a aplicação localizada trouxeram melhoras na qualidade dos grãos colhidos, com menor taxa de grãos picados por percevejos. O Gerente de Soluções Integradas da Cocamar Máquinas, Eliseu Vicente dos Santos, acredita que é questão de tempo para o monitoramento georreferenciado ser usado pela maioria dos produtores. “Já existem sensores eletroquímicos que detectam o cheiro do percevejo de forma precisa. As máquinas vão partir para isso e fazer a correção em tempo real”, afirma.

Para tornar isso realidade, os mapas de pressão das pragas de forma georreferenciada são essenciais. “A gente acredita muito na aplicação por zonas de infestação. Estamos fazendo parcerias com várias empresas para facilitar a coleta e o mapeamento”, conclui. A cooperativa Cocamar integra a oferta Controle Certo, que faz a ponte do monitoramento digital com os produtores por meio da ferramenta Cropwise Protector. Técnicos qualificados fazem as coletas de dados na lavoura e, então, agricultor e consultores tomam a melhor decisão em relação às pulverizações.

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"Um novo cenário para o setor está emergindo, o qual exige maior atenção das organizações às novas configurações econômicas, tecnológicas e regulatórias, além dos novos comportamentos socioculturais."

Marcos Fava Neves, Doutor Agro
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Depois de um estudo inédito sobre monitoramento digital no campo, a Embrapa recomendou pela primeira vez o uso de tecnologias no acompanhamento de pragas e a aplicação em taxa variável. A pesquisa foi realizada em parceria com a Cocamar, cooperativa no Paraná que é cliente da Syngenta e da Syngenta Digital. A conclusão da Embrapa tem grande impacto no agronegócio, que, cada vez mais, percebe o valor da digitalização de algumas operações.

Mas como essa recomendação afeta o mundo da agricultura? É um caminho sem volta? Chamamos para um bate-papo o Especialista em Transformação Digital (ETD) da Syngenta Digital Renato Quintino e os Representantes Técnicos de Venda (RTV) da Syngenta Marcelo Ercoli e Rodrigo Camilo. O trio atende à Cocamar e já percebe transformações no uso de tecnologias que geram também mudanças na forma como os defensivos são utilizados na lavoura.

Marcelo Ercoli Representante Técnico de Venda (RTV)

Fim de uma era?

Um dos grandes medos de quem trabalha com Crop Protection é perder espaço para o digital. Mas nesse bate-papo, o que se percebe é o contrário: as soluções digitais chegam para agregar e trazer novas perspectivas da lavoura. O futuro – ou já o presente – vê aplicações mais assertivas e com produtos mais eficientes.

“Dez anos atrás, vivíamos a introdução das biotecnologias e não voltamos atrás. Hoje, estamos vivenciando a agricultura 5.0, com essa parte digital. Por mais que um produtor seja leigo no assunto, é difícil que ele não tenha WhatsApp, e as informações estão ali, de forma fácil e assertiva”, analisa Marcelo Ercoli, que vê em funcionalidades como os mapas de calor um diferencial para o produtor e para o distribuidor.

“Com a recomendação da Embrapa, ganha mais peso, e cabe a nós trabalhar isso. Envolve proteção de cultivo, segurança e melhor assertividade. Só vai ter evolução. Pode ter um impacto de vender menos no início? Sim, mas melhora a imagem do produto, mais agricultores podem usar. Ganhamos em clientes”, completa Ercoli.

Renato Quintino Especialista em Transformação Digital (ETD)

Agricultura responsável
gera mais vendas

Especialista em Transformação Digital, Renato Quintino confirma que o medo de impactos nas vendas é natural. “Se acontecer de aplicar menos produto, com assertividade e mais efetividade, vão ver o diferencial. Para a cooperativa, é essencial porque aumenta as vendas pela confiança. Lá na frente, reverte em aumento de vendas”, explica o ETD, que enfatiza a tríade sustentabilidade, serviços e tecnologia no agronegócio.

O RTV Rodrigo Camilo é também ponto focal da política de Saúde, Segurança e Meio Ambiente da Syngenta. Segundo ele, além da assertividade, a aplicação em taxa variável tem outro importante avanço: a racionalização do uso de produtos, o que agride menos as lavouras. “O digital vai ajudar. Talvez, nem será aplicar menos. Racionalizando o uso, o produtor pode fazer mais repetições, entrar mais e ter segurança maior”, analisa.

Marcelo Ercoli também pontua que as ferramentas digitais não excluem o papel dos Representantes Técnicos de Vendas. O consultor digital ajuda no direcionamento dos locais de aplicação, mas “jamais substitui o nosso papel”. Quando o Cropwise Protector chegou na Cocamar, Ercoli conta que agregou para todos os lados. “Não é concorrente. Cada vez, a gente vai ter que estar mais conectado. O elo de pessoas agrega muito”, diz o RTV.

Rodrigo Camilo Representante Técnico de Venda (RTV)

Projetos pioneiros
com a Cocamar

A parceria entre digital e Crop Protection tem permitido projetos pioneiros com a cooperativa, como a reforma de 400 mil hectares de canaviais no norte do Paraná e em São Paulo. O planejamento é de trabalhar 80 mil hectares por ano. O ETD Renato Quintino relata que, no primeiro ano, a Syngenta participou de 21 mil hectares do projeto. “Serviu para validar, mostrar os benefícios e ajudar no processo. A expectativa com a Cocamar é agregar na parte técnica, com braços no campo, monitorando pragas, plantas daninhas e doenças. O intuito não é tirar a mão de obra do consultor, e sim suportá-los”, explica.

Outro projeto em andamento é na área de sementes, em que RTVs e ETD atuaram juntos para levar à Cocamar a oferta do Controle Certo, que oferece mão de obra qualificada, monitoramento digital e um portfólio robusto de produtos Syngenta. Rodrigo Camilo também cita a evolução da aplicação com a logística de máquinas. “Vemos o digital de outras empresas com um programa ou outro. O nosso é completo”, avalia. Renato Quintino completa: “O produtor vai conseguir planejar melhor o deslocamento do maquinário e direcionar para áreas mais críticas”.

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Para tornar isso realidade, os mapas de pressão das pragas de forma georreferenciada são essenciais. “A gente acredita muito na aplicação por zonas de infestação. Estamos fazendo parcerias com várias empresas para facilitar a coleta e o mapeamento”, conclui. A cooperativa Cocamar integra a oferta Controle Certo, que faz a ponte do monitoramento digital com os produtores por meio da ferramenta Cropwise Protector. Técnicos qualificados fazem as coletas de dados na lavoura e, então, agricultor e consultores tomam a melhor decisão em relação às pulverizações.